A defesa do ex-ministro da Fazenda, Antônio Pallocci, afirmam que ele fechou um acordo de delação premiada. Segundo as informações, ele teria se comprometido a revelar os esquemas de corrupção dos quais participou durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, entre 2003 e 2015. O acordo teria sido fechado entre Palloci e a Polícia Federal, em Curitiba, sede da Lava Jato.
Entre as respostas que a Polícia acredita que Palloci posar dar estão questionamentos sobre as consultorias prestadas pela empresa de consultoria de Palloci, a Projeto Consultoria Empresarial e Financeira. Por meio da empresa, Palloci teria recebido R$ 81,3 milhões de 47 empresas, entre 2006 e 2007. Os valores recebidos são e bancos, holding ligada ao setor farmacêutico, operadora de planos de saúde, montadoras de veículos e empresas do setor alimentício,
Palloci teria procurado a corporação após as negociações de delação com o Ministério Público não terem avançado. Palloci estpa preso desde setembro de 2016. Ele foi detido na 35ª fase da Lava Jato, na Operação Ormetá, que teria revelado os dados da 'planilha iltaliano' do departamento de propina da Odebrecht.
A Polícia Federal e o Ministério Público brigam no Supremo Tribunal Federal (STF) para saber de quem é a competência para negociar e fechar os acordos de delação.