A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (23), o resultado da revisão tarifária periódica de 2026 da Copel Distribuição com alta média de 20,51%. O reajuste na conta de luz dos paranaenses começa a valer nesta quarta-feira (24). O assunto era debatido em consulta pública da Aneel desde o início do mês.
Na divisão por grupos de consumidores, haverá um aumento médio de 21,87% para consumidores conectados em alta tensão, ou seja, para indústrias e grandes empresas. No caso de usuários conectados em baixa tensão, o aumento será de 19,85% em média — impactando consumidores residenciais, rurais, pequenos comércios e indústrias de pequeno porte.
Cerca de 5,32 milhões de unidades consumidoras fazem parte do grupo que começará a ser cobrado pelo novo valor.
Encargos setoriais, custos de transmissão, de aquisição de energia, inadimplência de consumidores e custos financeiros foram os responsáveis pelo aumento, de acordo com a agência reguladora.
A chamada parcela B (custos administrados pela distribuidora) registrou alta de 32,1% e impactou a revisão com 8,58 pontos porcentuais, informou a Aneel.
A reportagem do Portal Ric entrou em contato com a Copel sobre o tema. Em nota, a companhia afirma que o reajuste da tarifa é definido pela Aneel, e que o consumidor paranaense paga a tarifa mais baixa entre as grandes empresas do setor elétrico brasileiro.
Segundo a Aneel, a revisão tarifária periódica redefine custos eficientes, metas de qualidade e perdas, além de componentes que influenciam diretamente o valor final da tarifa. É diferente do reajuste anual, que atualiza valores com base na inflação e fatores contratuais.
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Na divisão por grupos de consumidores, haverá um aumento médio de 21,87% para consumidores conectados em alta tensão, ou seja, para indústrias e grandes empresas. No caso de usuários conectados em baixa tensão, o aumento será de 19,85% em média — impactando consumidores residenciais, rurais, pequenos comércios e indústrias de pequeno porte.
Cerca de 5,32 milhões de unidades consumidoras fazem parte do grupo que começará a ser cobrado pelo novo valor.
Segundo a Aneel, a revisão tarifária periódica redefine custos eficientes, metas de qualidade e perdas, além de componentes que influenciam diretamente o valor final da tarifa. É diferente do reajuste anual, que atualiza valores com base na inflação e fatores contratuais.