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Advogado de Bolsonaro diz que ação contra ex-presidente ‘não tem prova’
Outros três aliados de Bolsonaro também fizeram suas defesas nesta quarta-feira (3)
Por TV Cultura | Postado em: 04/09/2025 - 08:44

segundo dia do julgamento do núcleo crucial da trama golpista começou na manhã desta quarta-feira (3). A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais três aliados,.

O advogado de Jair Bolsonaro afirmou que a ação que investiga a tentativa de golpe não tem ‘nenhuma prova contra o ex-presidente’.

Bolsonaro não compareceu à sessão. A defesa alegou que ele não atentou contra a democracia. “O que aconteceu com a investigação da Polícia Federal e depois com a denúncia do Ministério Público é, na verdade, uma sucessão inacreditável de fatos. Não há uma única prova que atrele o presidente ao Punhal Verde-amarelo, à Operação Luneta e ao 8 de Janeiro”, disse Celso Vilardi.

A defesa apontou ainda que Bolsonaro não pode ser enquadrado nos cinco crimes que os réus do chamado núcleo crucial respondem: golpe de estado; abolição violenta do estado democrático de direito; organização criminosa; dano qualificado; e deterioração de patrimônio tombado. A soma das penas chega a 43 anos de prisão.

O ex-presidente aguarda o resultado do julgamento na casa dele em Brasília, onde está em prisão domiciliar há um mês. Quem também está preso, só que na primeira divisão do exército do Rio de Janeiro, é o ex-ministro Walter Braga Netto, acusado de atrapalhar as investigações da PF.

Segundo os advogados, há um único elemento contra Braga Neto, que chamam de "delação mentirosa de Mauro Cid". “Não há a menor dúvida de que a voluntariedade nesse acordo de colaboração premiada ficou à margem. Foi coagido sim, e quem falou não foi este advogado”, disse.

Já as defesas dos ex-ministros Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira tentaram descolar seus clientes de Bolsonaro.

O julgamento será retomado na próxima terça-feira, dia 9, com sessões pela manhã e à tarde, que continuam na quarta-feira (10) e, se necessário, na sexta (12).

Após a análise do caso, os ministros darão seus votos. O primeiro será Alexandre de Moraes, relator da ação penal. Depois, votam Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

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