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Três cursos de Medicina do Paraná são mal avaliados no Enamed; veja quais
Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica aponta desempenho insatisfatório de um terço dos curso de Medicina do país
Por RIC | Postado em: 20/01/2026 - 09:03

Curitiba - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta segunda-feira (19) que três dos 21 cursos de Medicina do Paraná submetidos ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) tiveram “resultado insatisfatório”. É considerado um desempenho insatisfatório quando a graduação obtém notas 1 ou 2 no teste, que vai até 5. No país, cerca de um terço dos cursos de Medicina foi mal avaliado no Enamed.

Com conceito 2, os cursos paranaenses de Medicina que não alcançaram desempenho proficiente no exame foram:

  • Universidade Federal da Integração Latinoamericana (Unila), de Foz do Iguaçu;
  • Universidade Paranaense (Unipar), de Umuarama;
  • Centro Universitário Ingá (Uningá), de Maringá;

Na outra ponta, seis graduações de Medicina do estado alcançaram a nota máxima (5) na avaliação. São elas:

Curitiba - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta segunda-feira (19) que três dos 21 cursos de Medicina do Paraná submetidos ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) tiveram “resultado insatisfatório”. É considerado um desempenho insatisfatório quando a graduação obtém notas 1 ou 2 no teste, que vai até 5. No país, cerca de um terço dos cursos de Medicina foi mal avaliado no Enamed.

Equipamentos médicos, em alusão ao ranking de piores cursos de medicina do país
Cursos de Medicina foram avaliados pelo Enamed: desempenho foi insatisfatório em 30% das graduações no país. (Foto: Imagem Ilustrativa /Freepik)

Com conceito 2, os cursos paranaenses de Medicina que não alcançaram desempenho proficiente no exame foram:

  • Universidade Federal da Integração Latinoamericana (Unila), de Foz do Iguaçu;
  • Universidade Paranaense (Unipar), de Umuarama;
  • Centro Universitário Ingá (Uningá), de Maringá;

Na outra ponta, seis graduações de Medicina do estado alcançaram a nota máxima (5) na avaliação. São elas:

  • Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Toledo;
  • Universidade Estadual de Maringá (UEM);
  • Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG);
  • Universidade Positivo (UP), em Curitiba;
  • Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), em Guarapuava;
  • Faculdades Pequeno Príncipe (FPP), em Curitiba.

As demais escolas de Medicina do Paraná avaliadas foram:

Conceito 4

  • Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba
  • Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Curitiba
  • Universidade Cesumar (Unicesumar), em Maringá
  • Centro Universitário Assis Gurgacz (FAG), em Cascavel
  • Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (Fempar), em Curitiba
  • Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em Cascavel
  • Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em Francisco Beltrão
  • Centro Universitário Campo Real, em Guarapuava

Conceito 3

  • Centro Universitário Integrado de Campo Mourão
  • Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Londrina
  • Centro Universitário de Pato Branco (Unidep)

Em todo o país, 99 cursos foram mal avaliados e poderão sofrer sanções do Ministério da Educação (MEC). A nota do Enamed é utilizada para compor o conceito Enade. Segundo o MEC, 351 cursos de todo país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais.

Das 351 instituições avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – são as universidades federais e as privadas com e sem fins lucrativos. Estaduais e municipais não podem ser supervisionadas pela pasta.

Consequências do desempenho insatisfatório no Enamed

Os cursos que tiveram notas 1 e 2, consideradas insatisfatórias, vão ser punidos com suspensão do vestibular, redução na oferta de vagas e restrição no acesso aos recursos do Financiamento Estudantil (Fies).

Entre os 99 cursos mal avaliados, oito terão o vestibular suspenso; outros 13 cursos terão redução de 50% das vagas; 33 terão redução de 25% das vagas. Além disso, esses cursos terão a suspensão do Fies e haverá uma avaliação em relação à continuidade de outros programas federais. Os 45 cursos restantes serão proibidos de ampliar suas vagas.

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