O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde desta terça-feira (26) na Casa Branca, em Washington.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde desta terça-feira (26) na Casa Branca, em Washington.
Acompanharam o parlamentar o ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro, e o jornalista brasileiro radicado nos EUA, Paulo Figueiredo. De acordo com a Globonews, o encontro “foi rápido”. O grupo entregou alguns documentos a assessores do presidente americano, tiraram fotos com Trump e deixaram o Salão Oval.
A viagem ocorre no momento mais delicado da pré-campanha de Flávio, após a divulgação de mensagens em texto e áudio nos quais ele pede ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro dinheiro para o filme Dark Horse, produção sobre a ascensão de Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto.
Auxiliares de Flávio esperam que o encontro com Trump reverta a onda negativa que se abateu sobre a campanha nas últimas semanas.
Este é o primeiro encontro de Flávio oficialmente como pré-candidato à Presidência com Trump. O senador tem mantido viagens regulares aos Estados Unidos desde dezembro, quando anunciou a intenção de concorrer ao Planalto, incluindo participação no Conservative Political Action Conference (CPAC), um dos maiores eventos conservadores do mundo, em março.
Na ocasião, Flávio disse que o Brasil é a solução para reduzir a dependência dos EUA da China por minerais críticos e afirmou que Lula é antiamericano. O presidenciável também tem usado as viagens aos Estados Unidos para visitar o irmão Eduardo Bolsonaro. Flávio já viajou a países como Israel, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Catar como pré-candidato.
Morando nos Estados Unidos desde março de 2025, Eduardo Bolsonaro teve seu mandato como deputado federal cassado em dezembro passado, após o parlamentar não comparecer mais às sessões da Câmara após seu pedido de licença ter expirado em julho do ano passado.
Durante esse período, o deputado chegou a solicitar a Motta que pudesse exercer as funções parlamentares à distância. Na justificativa, Eduardo Bolsonaro citou que durante a pandemia da Covid-19 os deputados tiveram essa liberação.