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Ex-governador do Paraná, Beto Richa é preso
Esposa de Beto Richa, Fernanda Richa, e Deonilson Roldo, que é ex-chefe de gabinete do ex-governador, também foram presos. Por Diego Ribeiro e Thais Kaniak, RPC Curitiba e G1 PR
Por G1 Pr | Postado em: 11/09/2018 - 08:00

O ex-governador do Paraná Beto Richa, candidato ao Senado pelo PSDB, foi preso na manhã desta terça-feira pelo Gaeco em Curitiba, no Paraná.

Beto Richa é alvo de duas operações: uma realizada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), pela qual foi preso, e outra da Polícia Federal (PF), em uma nova fase da Lava Jato. Na 53ª etapa da Lava Jato, a casa de Beto Richa é alvo de mandado de busca e apreensão.

 

Veja quem mais foi preso pelo Gaeco:

 

 

  • Fernanda Richa – esposa de Beto Richa e ex-secretária da Família e Desenvolvimento Social
  • Deonilson Roldo – ex-chefe de gabinete do ex-governador
  • Pepe Richa – irmão de Beto Richa e ex-secretário de Infraestrutura
  • Ezequias Moreira – ex-secretário de cerimonial de Beto Richa
  • Luiz Abib Antoun – parente do ex-governador

 

Com exceção de Antoun, preso em Londrina, no norte do Paraná, os demais foram presos em Curitiba.

Todas as prisões são temporárias, com validade de cinco dias. A investigação do Gaeco é sobre o programa Patrulha Rural. Ao todo, são 15 mandados de prisão.

Na última pesquisa Ibope, divulgada em 4 de setembro, Beto Richa aparecia em segundo lugar – com 28% da intenção de votos.

A assessoria de imprensa de Beto Richa disse que os advogados devem se manifestar em breve. O G1 tenta contato com a defesa dos demais presos.

53ª fase da Lava Jato

 

A 53ª fase da Operação Lava Jato cumpre três mandados de prisão em Curitiba. Mas, até o momento, não se sabe quais são todos os alvos.

Batizada de "Piloto", a 53ª etapa da Lava Jato cumpre 36 mandados judiciais em Salvador (BA), São Paulo (SP), Lupionópolis (PR) Colombo (PR) e Curitiba (PR).

O codinome "Piloto", de acordo com a força-tarefa da Lava Jato, se refere a Beto Richa na planilha da Odebrecht.

A investigação apura um suposto pagamento milionário de vantagem indevida em 2014 pelo setor de propinas da Odebrecht em favor de agentes públicos e privados no Paraná, em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da PR-323.

Ainda segundo a PF, os crimes investigados na atual fase são corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Do total de mandados, três são de prisão (duas preventivas e uma temporária) e 33 são de busca e apreensão.

Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

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