O local era mantido da seguinte forma: as vítimas eram de origem paraguaia e lá se prostituíam por R$ 120, pagavam R$ 30 aos proprietários e recebiam R$90 por programa sexual. Segundo o preso, dono do estabelecimento, a cada R$ 20 em venda de bebidas elas recebiam a porcentagem de 10%.
O delegado informou que os dois presos podem pegar até 19 anos de prisão em razão de três agravantes. Primeiro por manter casa de prostituição, segundo por tirar proveito da prostituição e terceiro pela submissão de menores a prostituição.
A adolescente de 17 anos foi encaminhada ao Conselho Tutelar e posteriormente será entregue aos país no país vizinho. As demais mulheres encontradas na casa serão liberadas, pois são vítimas dos aliciadores.
A Polícia Federal foi informada sobre o caso e os proprietários do estabelecimento também podem responder por tráfico internacional de pessoas.


